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REVISÃO · SUDAMERICANA J6

Sudamericana · Fase de Grupos J6: 14 em 16 palpites

Taxa de acerto de 88% na última jornada da fase de grupos, com os três palpites de confiança alta a resultarem todos.

Palpites
16
Vitórias
14
Derrotas
2
Taxa
88%

Foram 16 palpites na sexta e última jornada da fase de grupos da CONMEBOL Sudamericana. Catorze resultaram, dois falharam, nenhum foi anulado. A taxa de acerto da jornada fixa-se nos 88%, com uma confiança média de 6,9/10. Publicamos este número antes de qualquer comentário porque é a forma mais honesta de o leitor calibrar quanto crédito dar à próxima análise que aqui assinarmos.

A leitura por bucket de confiança ajuda a perceber o que aconteceu. Os palpites de confiança alta (8-10) tiveram 3 em 3, ou seja, 100%. Os de confiança média (6-7) tiveram 11 em 13, taxa de 85%. Não houve palpites de confiança baixa nesta ronda. A calibração ficou alinhada: quando assumimos que tínhamos leitura forte, os jogos confirmaram-na; quando havia mais dúvida, a margem de erro apareceu, como devia aparecer.

Entre as melhores chamadas estão precisamente os três palpites de confiança 8. O São Paulo a vencer o Boston River acabou em 2-0, dentro do esperado para o líder do grupo. O Racing Club a bater o Independiente Petrolero fechou 2-0 e o River Plate frente ao Blooming terminou 3-0. Miguel Tavares fechou a jornada com 6 em 6, e Felipa Machado com 2 em 2.

As duas derrotas têm de ser ditas. A primeira foi o Grémio a vencer o Atlético Torque, palpite de Lucas Ribeiro com confiança 6, que acabou em 2-2: a tese da necessidade do Grémio e da gestão do Torque não se traduziu em três pontos. A segunda foi o Cienciano a vencer o Juventud, palpite de André Soares também com confiança 6, que terminou 1-1. O líder do grupo, em casa e com altitude, não conseguiu quebrar um Juventud que aparentava ter menos equilíbrio defensivo. Nenhuma destas derrotas se camufla com argumentos sobre o que esteve perto.

Por analista, a jornada distribuiu-se assim: Miguel Tavares 6V-0D (100%), Felipa Machado 2V-0D (100%), Lucas Ribeiro 3V-1D (75%) e André Soares 3V-1D (75%). Vale a pena notar que as duas derrotas chegaram em palpites de 1x2 home_win com confiança 6, ambos em jogos onde uma das equipas já não tinha objectivo competitivo claro, variável que costuma ser mais ruidosa nas últimas jornadas de grupos.

Para a próxima ronda, a leitura editorial é simples: nesta jornada, as escolhas de favorito em casa com confiança 8 funcionaram, mas as de confiança 6 em cenários com motivação assimétrica foram exactamente onde tropeçámos. É um sinal para ser mais exigente antes de marcar 1x2 home_win em jogos com uma das equipas já apurada ou eliminada. Quem quiser ver o histórico completo de calibração desta publicação pode consultar a página /calibracao.

Palpite a palpite

Linha por linha.